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Pai de um estudante do ensino médio em uma escola estadual de Londrina denunciou a "aprovação irregular" do filho. Segundo ele, o aluno não tinha notas para passar de ano, mas foi aprovado por Conselho de Classe. O adolescente, que não teve o nome divulgado, tirou nota 38 em física, 26 em matemática e 35 em geografia. “Umas notas como essas não era para passar de ano, mas para reprovar”, disse Claudemiro Nobre, pai do aluno, em entrevista ao PRTV 1ª Edição. O pai perdeu o sono com a nota dos dois filhos, que estão no ensino médio e passaram de ano, apesar da dificuldade de atingirem a média 60 nas escolas estaduais. A análise do boletim revelou que, para atingi-la, ainda faltavam 92 pontos em física, 93 em matemática e 72 em geografia.
Soberano
A chefe do Núcleo Regional de Ensino, Márcia Lopes, garante que não há orientação para que os professores passem os alunos de ano. “O conselho é soberano. Quando a criança vai para o conselho de classe, é para que a escola faça uma análise do aluno. A secretaria estadual de educação não trabalha com aprovação automática”, afirmou Márcia, em entrevista ao PRTV 1ª Edição.
Embora o NRE garanta não haver esse tipo de situação, há dentro das escolas pessoas que dizem justamente o contrário. Um professor, que dá aula em escolas estaduais há oito anos e não quis se identificar, afirmou que sempre recebe as mesmas orientações. “Tem que dar nota para o aluno, tem que empurrar o aluno, porque se segurar, não vai adiantar. Alguns diretores disseram que a vida ensina”, disse.
Apuração
A superintendente da secretaria estadual de Educação, Alayde Digiovanni, afirmou que o caso relatado pelo pai em Londrina deve ser investigado. “Não há orientação de aprovação automática e não podemos deixar que a vida dê conta do aluno. Quem tem que dar conta somos nós. Se for o caso, podemos abrir processos administrativos”, disse.
Jornal de Londrina
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(Pensamento meu:Quem seria Louco que faria isso???e as retaliações e perseguições que poderia sofrer na escola e na secretaria???... )
Apesar da grande quantidade de e-mails confirmando pressões para que alunos passem no conselho de classe, o diretor da APP-Sindicato, Nelson Antônio da Silva, disse que nunca houve a formalização de reclamações junto ao órgão. Segundo ele, todo final de ano se comenta sobre a situação, mas nunca nenhum professor pediu providências de forma oficial.Silva lembrou que a preocupação com a reprovação é normal em todas as escolas e faz parte do processo pedagógico. No entanto, ele acredita que muitas vezes os professores possuem uma interpretação errônea das orientações de diretores para que não se descuidem das notas dos alunos.
“Cada escola tem a sua autonomia e se houve uma imposição é preciso abrir um processo administrativo"Fonte :http://portal.rpc.com.br/jl/online/
Nossa!!!Esse sindicato é dos professores mesmo???
A situação continua crítica...uma enxurrada de denuncias de pais e professores revelam a problemática da educação no Paraná...e o que é pior...tal situação se repete em todo o país...o sistema educacional está podre...vítima da politicagem e do desrespeito ...essa denuncia é a ponta do iceberg...tomara que outros pais sigam o exemplo deste paranaense...
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