terça-feira, 9 de março de 2010

BALANÇO DA GREVE NOS PRINCIPAIS JORNAIS ...

09/03/2010 - 20:50
Greve dos professores em SP chega ao segundo dia


Agência Estado
Por Teixeira Maíra

São Paulo - Cerca de 55% das escolas estaduais de São Paulo aderiram à greve nesta terça-feira, de acordo com uma contagem do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp). No entanto, segundo a Secretaria Estadual de Educação, menos de 1% da categoria aderiu ao movimento - uma massa que classifica como "tentativa de greve" - e as escolas estaduais funcionaram hoje normalmente. A secretaria tem afirmado que a greve é apenas política.



Segundo levantamento da Apeoesp, o índice de paralisação dos professores nas cidades que aderiram à greve ficou assim: São Paulo (43%),
Bauru (60%),
Campinas (21%),
Dracena (52%),
Franca (66%),
Limeira (56%),
Marília (75%),
Mauá (40%),
Penápolis (33%),
Pindamonhangaba (32%),
Presidente Prudente (27%),
Salto (55%),
São José do Rio Preto (70%),
São Roque (45%),
Sorocaba (60%),
Sumaré (30%),
Tupã (31%),
Região do Vale do Paraíba (65%).
Na quinta-feira, a Apeoesp realiza assembleias regionais para Avaliar o movimento.
Na sexta-feira, haverá Assembléia Estadual, para que os professores aprovem novos encaminhamentos, a partir da avaliação de cada região.


A Apeoesp divulgou hoje uma nota informando que 12 escolas de São Paulo aderiram à greve, mas a secretaria rebate a informação.
Segundo a assessoria de imprensa da secretaria, as 12 escolas citadas REPRESENTAM 0,24% das 5 mil escolas estaduais, e alguns professores faltaram, mas não houve Adesão ao movimento total.


Secretaria rebate reivindicações


Os professores DECIDIRAM pela assembleia em greve na sexta-feira, quando cerca de 10 mil professores, segundo a Apeoesp, 2 mil, segundo a Polícia Militar, aprovaram uma greve por tempo indeterminado.
As principais reivindicações da categoria são: reajuste salarial imediato de 34,3% e incorporação de todas as Gratificações, extensiva aos aposentados.
Em nota, um desconto de secretaria como reivindicações do Sindicato Apeoesp afirmando que um "Declarou guerra ao conjunto de programas que permitiram uma Evolução no ensino público estadual paulista".
A nota Afirmou ainda que uma folha de pagamentos cresceu da massa, entre 2005 e 2009, de R $ 7,8 bilhões para $ 10,4 bilhões, um crescimento de 33%.
A Secretaria defendeu que a lei que limitou as faltas justificáveis em seis por ano reduziu em cerca de 60% o número de faltas na rede, o que teria melhorado o aprendizado oferecido nas escolas.

FONTE: http://www.abril.com.br/noticias/brasil/greve-professores-sp-chega-ao-dia-946543.shtml


09/03/10 - 18h49 - Atualizado em 09/03/10 - 19h54




Greve de professores em SP DEVE Prosseguir
Nesta quarta, diz sindicato

Segundo Apeoesp, 55% da categoria aderiu ao movimento nesta terça.



Secretaria da Educação do Estado informa que houve Adesão de 1%.

A greve dos professores da rede estadual de São Paulo DEVE Prosseguir nesta quarta-feira (10), obteve em nota o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp).
O movimento teve início nesta segunda (8).
De acordo com o sindicato, 55% da categoria paralisou atividades nesta terça (9) em todo o estado.
No entanto, nota da Secretaria de Educação do Estado obteve na noite de hoje que menos de 1% aderiu ao movimento.

A nota da Apeoesp Divulgada No início da noite informa que pelo menos 12 escolas não funcionaram nesta terça, São elas: EE Milton Cruzeiro (Cidade AECarvalho) / EE Pedro Taques (Guaianazes) / EE Fernando Pessoa (Cidade Tiradentes) / EE Carlos Henrique Liberalli (São Mateus) / EE Francisco de Assis (Cohab José Bonifácio) / EE Luis Rosa Nova (Guaianazes) / EE Fazenda do Carmo III (Guaianazes) / EE Caetano de Campos (Aclimação) / EE Salvador Moya (Jabaquara) / EE Albino Cesar (Vila Mazzei) / EE Silva Jardim (Tucuruvi) / EE Vitor Paulo Leivas Macalão (Jardim Peri Novo).


Os professores reivindicam reajuste salarial de 34,3% e afirmam que os estão com salários congelados há cinco anos.
Eles se opõem à incorporação da gratificação em três parcelas anuais.

De acordo uma nota do Governo do Estado, uma folha de pagamentos da Secretaria de Educação cresceu 33% entre 2005 e 2009, passsando de R $ 7,8 bilhões para R $ 10,4 bilhões.
Em relação às Gratificações, segundo a Secretaria, são feitas na medida disponibilidades orçamentárias das.


"Na semana passada [a Secretaria] anunciou uma incorporação da GAM (Gratificação por Atividade de Magistério), beneficiando professores ativos, aposentados e pensionistas.
Anteriormente, foram incorporadas uma Gratificação de Trabalho Educacional (GTE), em 2008, ea Gratificação de Prêmio de Valorização, em 2007 ", diz a nota.

FONTE:http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/GREVE+DE+PROFESSORES+EM+SP+DEVE+PROSSEGUIR+NESTA+QUARTA+DIZ+SINDICATO.html



09/03/10 - 13h47 - Atualizado em 09/03/10 - 13h47






Oito escolas estaduais da Zona Leste aderem à greve em SP


No total, 12 Instituições estão paralisadas.


Menos de 1% dos docentes aderiu,
Informa Secretaria de Educação.




Da Agência Estado



Funcionários e professores de mais oito escolas da rede estadual, localizadas na Zona Leste de São Paulo, aderiram nesta terça (9) a greve da categoria por tempo indeterminado, segundo dados do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) . No total, então, são doze até agora.
De acordo com o levantamento, as escolas da Zona Leste que estão com as atividades paralisadas são: Escola Estadual Milton Cruzeiro (Cidade AE Carvalho); Escola Estadual Pedro Taques (Guaianazes), Escola Estadual Fernando Pessoa (Cidade Tiradentes); Escola Estadual Carlos Henrique Liberalli (São Mateus); Escola Estadual Francisco de Assis (Cohab José Bonifácio); Escola Estadual Luis Rosa Nova (Guaianazes); Escola Estadual Fazenda do Carmo III (Guainazes); Escola Estadual Fazenda do Carmo IV (Guainazes).


Na zona norte, já Estavam paralisadas uma Escola Estadual Albino César, na Rua Cajamar, na Vila Mazzei; Escola Estadual Silva Jardim, na Avenida Tucuruvi, no Tucuruvi, Escola Estadual Pastor Paulo Leivas Macalão, Rua Alto Sucuriú, no Jardim Peri Novo. Na Aclimação zona sul, também já estava parada uma Escola Estadual Caetano de Campos.
Segundo a Apeoesp, estão sendo aguardados os Quadros de paralisação de todas as 93 subsedes da Apeoesp no Estado para uma divulgação de um balanço mais apurado, que DEVE ser feito até o fim da tarde.

A Secretaria Estadual de Educação obteve ao G1, por meio de sua assessoria de imprensa, valem ainda que, por ora, como informações DIVULGADAS No final do dia de ontem: no primeiro dia de greve houve Adesão de menos de 1% do total de professores do Estado.






http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,, MUL1521875-5604 ,00-OITO + ESCOLAS ESTADUAIS + + + DA ZONA LESTE + + ADEREM + A + GREVE + EM + sp.html



Terça-Feira, 09 de Março de 2010




Paralisação dos professores em SP
Adesão tem baixa

Na capital, poucos pararam profissionais, sindicato diz que greve atingiu de 10% a 60% de acordo com uma região


Luciana Alvarez
Poucos professores de escolas estaduais paulistas aderiram ontem à greve aprovada na sexta-feira pela Assembleia Geral dos Sindicatos da categoria. A reportagem do Estado percorreu 16 colégios da capital e todos tinham aulas normalmente, apesar de faltas pontuais de alguns docentes. A categoria reivindica um aumento de 34%.
Escolas como a Marina Cintra e Paulo foram Macalão mais Atingidas pelas faltas e funcionaram apenas parcialmente, não chegaram mas a fechar.

No interior, 2 das 80 escolas de Sorocaba não funcionaram, e os alunos Tiveram de voltar para casa. Em Ribeirão Preto, esquerdofrênico OS preferiram avisar os alunos sobre o movimento e prometem parar a partir de hoje.



Segundo a Secretaria de Estado da Educação, uma rede está operando normalmente, com alguns casos isolados de paralisação.
Pelos cálculos do governo, menos de 1% dos 220 mil professores aderiram.
Em nota, a secretaria diz que a baixa Adesão comprovaria que "a tentativa de greve é um movimento político, inimigo da Educação".



O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) que obteve um Adesão varia de 10% a 60% do corpo docente, Dependendo da região.
"O importante é que em toda uma rede temos algum índice de mobilização", disse a presidente da Apeoesp, Maria Izabel Noronha. "Começamos a trabalhar hoje (ontem) ea tendência é de que um Adesão aumente durante a semana."
Muitos professores estão descontentes com as políticas da atual gestão, mas ainda assim preferiram continuar a trabalhar.
"Terminei meu doutorado e tudo que recebi foi de R $ 40", reclama uma professora que pediu para não ser identificada. "Porque Não penso em fazer greve, se faltar, perco uma oportunidade única de ter um Aumento de verdade." Só pueden fazer a prova do programa de promoção por mérito de professores com poucas faltas. "Sofremos desvalorização e discriminação, mas uma greve não é o caminho", afirmou Mirna Pignatari, agente de organização da escola José Cândido de Souza. "As greves nunca conseguem nada." COLABORARAM JOSÉ MARIA TOMAZELA, BRÁS HENRIQUE E MÔNICA PESTANA

FONTE:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100309/not_imp521506, 0.php



 09/03/2010 18:32




Sindicato rebate editorial do Estadão sobre greve de professores da Rede Pública de SP

Redação Portal IMPRENSA



Nesta terça-feira (09), o Sindicato de Especialistas da Educação do Magistério Oficial do Estado de São Paulo (Udemo) divulgou um comunicado criticando um editorial publicado no jornal O Estado de S. Paulo.



Com o título "Greve política", o texto diz que "Dez meses depois de ter promovido uma greve contra as mudanças realizadas pelo governador José Serra no magistério público (...) os 215 mil docentes das 4,5 mil escolas da rede estadual de ensino básico estão invocando o mesmo pretexto para cruzar os braços outra vez ".



O jornal afirma que o sindicato da categoria, a Apeoesp, promove esta greve por conta da proximidade do anúncio da candidadura de Serra à Presidência da República, em eleições que ocorrerão em outubro deste ano.
Para o Estadão, pode prejudicar uma greve 5 milhões de alunos da rede estadual, mas "entre o interesse público e os Interesses corporativos, os líderes da categoria não parecem ter dúvida nem pudor".


Segundo o editorial, "a greve do professorado paulista não passa de encenação".
 "Na realidade, ao invocar uma qualidade do ensino como justificativa para mais uma greve, ela [a Apeoesp] quer apenas Criar fatos políticos adversos para ofuscar Serra e uma das bandeiras que poderá ser usada Em sua campanha ".


Em resposta, a Udemo afirma que o texto, "além de denegrir os sindicatos do magistério, demonstra o quanto o articulista desconhece como condicões em que se encontram os profissionais das escolas da Rede Estadual da Educação ".



"Queremos esclarecer ao articulista que uma greve não é da Apeoesp, mas do magistério como um todo.
Afirmar que a greve é política é um verdadeiro truísmo.
Que movimento social ou sindical não o é?
Porventura, o editorial do Estadão também não é político quando demonstra, claramente, apoio à candidatura Serra?
 A nossa greve é política, mas não partidária é Política de Educação ", conclui Luiz Gonzaga de Oliveira Pinto, presidente da Udemo.
http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2010/03/09/imprensa34250.shtml














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