sábado, 6 de março de 2010

GOVERNO É REPROVADO NA AVALIAÇÃO DO MAGISTÉRIO PAULISTA ...SUA NOTA: GREVE GERAL!

NOTICIAIS SOBRE A GREVE DE PROFESSORES NA NET:

Professores da rede estadual aprovaram ontem, em assembleia, uma greve por tempo indeterminado que será iniciada na segunda-feira.

Na assembleia havia, para a Polícia Militar, mil pessoas.
Já para a Apeoesp (sindicato dos professores), o ato reuniu 10 mil manifestantes.
A principal reivindicação, segundo os sindicatos, é a ausência de reajuste salarial para a categoria, cujos salários estão congelados há cinco anos, segundo a Apeoesp.
Eles pedem também o fim da política de conceder apenas gratificações e bônus.


Notícias » Notícias

PROFESSORES  DA REDE ESTADUAL PAULISTA DECIDEM ENTRAR EM GREVE
05 de março de 2010 • 21h46 • atualizado às 22h54


Os professores criticam a forma como o governo estadual quer incorporar a gratificação por atividade de magistério, em três parcelas anuais. De acordo com a Apeosp, com a medida proposta pelo governo, em 2012, o salário do professor de Educação Básica I ( 1ª a 4ª série) sofrerá um acréscimo de 0,27% e o professor de Educação Básica II (5ª a ensino médio), 0,59%.

De acordo com o calendário de greve divulgado pela entidade, na segunda-feira o comando da greve se reúne nas escolas com país e alunos. No dia 11, serão realizadas assembleias regionais e no dia seguinte, uma assembleia estadual na avenida Paulista.


Atualizado em 05/03/10 - 20h12

Professores da rede estadual aprovam
greve a partir desta segunda

Eles reivindicam reajuste salarial de 34,3% e criticam bônus.

Secretaria Estadual de Educação ainda não se manifestou.

Reunidos em assembleia nesta sexta-feira (5) professores da rede estadual de ensino aprovaram greve a partir da próxima segunda-feira (8).
Os grevistas aprovaram a realização de comandos de greve na porta das escolas a partir desta segunda-feira e planejam uma manifestação na Avenida Paulista às 14h de sexta-feira (12).

Os professores reivindicam reajuste salarial de 34,3% e afirmam que estão com os salários congelados há cinco anos.
Os professores se opõem à incorporação da gratificação em três parcelas anuais.
A Secretaria de Estado da Educação divulgou nota em que considera a aprovação da greve pela assembleia uma decisão política.
Ainda de acordo com a secretaria, a pauta da assembleia é inimiga da melhoria da qualidade da educação de São Paulo.
E que a maioria dos professores não vai se mobilizar em relação a essa pauta que só prejudica o ensino público e que é contrária aos próprios interesses dos professores.



Protestos
CUT, Força e PT
 estimulam greves em São Paulo

Publicada em 05/03/2010 às 21h02m

Soraya Aggege


SÃO PAULO - O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), ganhou nesta sexta-feira novos itens na lista de problemas que têm cercado sua pré-candidatura à Presidência.
Os professores da rede estadual decidiram paralisar as escolas a partir de segunda-feira.
Pela manhã, em várias cidades do estado, os docentes já tinham aderido à greve.
Os servidores da saúde também fizeram uma passeata pela manhã e entraram em "estado de greve".
Os policiais também ameaçam com paralisações.
Os movimentos dos servidores, que têm sua data-base em março, são apoiados pelas centrais sindicais, como CUT e Força Sindical, que fecharam uma plataforma eleitoral contra a eleição do tucano e favor do PT. 

- Nossa greve é salarial. Não adianta o PSDB tentar colocar o bode na sala. Não temos motivação eleitoral alguma.
Queremos aumento salarial e avisamos há dois meses que se não dessem reajuste, a categoria entraria em greve - disse Maria Izabel Azevedo Noronha, presidente da Apeoesp, o sindicato dos professores paulistas, tradicional aliado do PT e da CUT.
Até as 19h30m, o secretário de Educação, Paulo Renato Costa Souza, não tinha se pronunciado sobre a greve.
Na assembleia dos professores na Praça da República, no entanto, os cartazes não esconderam o momento político.

 " Governador, quer entrar na presidência?
Faz a provinha"
e "Governador vampiro", diziam. Vestida com uma toga, a professora Minervina de Almeida Prado da Cruz, reclamava que Serra tem deixado muitos professores sem sala de aula, sem reajustes salariais e os alunos em más condições:
- Serra engana e destroi - gritava.
Os cerca de 215 mil professores paulistas reivindicam 34,3% de aumento.
O piso de professor de 1a. a 4a. séries é de R$ 785,50 e chega a R$ 958,53 com as gratificações.
Em fim de carreira, pela mesma jornada, o salário chega a R$ 1.153,21.
O professor de educação básica e ensino médio, por 24 horas semanais de jornada, tem um piso de R$ 909,32, chega a R$ 1.100,92 com as gratificações e pode encerrar a carreira com R$ 1.326,27, segundo a Apeoesp.
De acordo com a Apeoesp, nesta sexta-feira cerca de 60% das 215 mil escolas paulistas já paralisaram suas atividades.
Na segunda-feira, os professores foram orientados a irem para as escolas convencer aqueles que ainda não aderiram à paralisação.
Protesto na Saúde
Nesta sexta-feira, cerca de 300 servidores da rede de saúde fizeram uma passeata em São Paulo. Além de reajustes, eles reclamam que Serra estaria promovendo um sucateamento do sistema em todo o estado. Os servidores reclamam que as terceirizações no sistema prejudicam servidores e pacientes. A categoria decidiu adotar o estado de greve e se prepara para montar um calendário com as paralisações.
O protesto durou cerca de três horas. A concentração começou em frente à Secretaria de Estado da Saúde, junto ao Metrô Clínicas, na Zona Oeste. Dali, o grupo partiu em direção à Avenida Paulista e encerrou o protesto na Rua Bela Cintra, na Bela Vista, em frente ao prédio da Secretaria de Gestão Pública.
 
EDUCAÇÃO

Apeoesp faz protesto e professores anunciam greve para segunda-feira

Sérgio TeixeiraSexta-feira - 05/03/2010 - 21h25Araçatuba - Professores da rede de ensino estadual de São Paulo reunidos hoje (5), em assembleia na Capital Paulista, aprovaram entrar em greve na próxima segunda-feira (8).
A categoria reivindica reposição salarial de 34,3%.
Em Araçatuba, manifestação organizada por professores da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) envolveu um público de aproximadamente 500 pessoas que, entre outros assuntos, discutiu problemas da educação.
O ato ocorreu na Escola Estadual Abranche José, no bairro Ipanema.
 Alunos e professores carregaram um caixão simbolizando "o enterro da corrupção e a falta de investimento na Educação". Conforme os manifestantes, a falta de incentivo para os agentes envolvidos no processo de ensino e aprendizagem representa a morte de ideologias.
REAJUSTE

Segundo a Apeoesp, cerca de dez mil professores participaram da manifestação, que teve início às 15h.
Eles alegam que a decisão pela greve foi tomada pela proposta do governador José Serra (PSDB) de incorporar gratificações ao salário dos professores, além da reivindicação de reajuste salarial para toda a categoria.
A subsede da Apeoesp em Araçatuba comunicou que três ônibus da região foram enviados para a Capital Paulista levando 125 professores para participar da assembleia. A decisão pela greve ocorreu durante manifestação na praça da República, em frente à sede da Secretaria Estadual de Educação.
O Conselho Estadual de Representantes avaliou que o descontentamento é geral na categoria com a política de exclusão imposta pelo governo estadual, como a falta de uma política salarial.
FONTE: http://www.folhadaregiao.com.br/

06/03/2010 08:00:09




Professores entram em greve a partir de terça-feira


Sindicato promoveu paralisação e passeata ontem em Marília


Professores da Apeoesp (Associação de Professores do Ensino Oficial do estado de São Paulo), decidiram entrar em greve a partir da próxima terça-feira.
Eles reivindicam reajuste salarial de 34% e incorporação de bonificações ao salário base.
Em Marília foi realizada passeata que saiu da sub-sede local da Apeoesp em direção à Avenida São Luiz.
Segundo a organização do evento, aproximadamente 300 pessoas compareceram.
Conselheira estadual da Apeoesp, Marilene Estevanato, afirma que aproximadamente 90% da categoria aderiu à paralisação.
Assessoria de imprensa da Diretoria Estadual de Ensino afirmou que adesão dos professores foi parcial.
A Escola Estadual Sílvio Ribeiro de Carvalho teve 70% de adesão dos professores, mesmo número que a E.E. Gabriel Monteiro.
Coordenadora da Escola Antônio Augusto Netto, que teve somente um professor na paralisação, afirmou que não houve estímulo para adesão.
Ela afirmou que a Apeoesp não foi à escola divulgar. “Educação é importante, temos que lutar. Isso deveria ser feito com a comunidade”, afirma.
Aluna da escola Sílvio Ribeiro de Carvalho, Franciele Aparecida da Cunha Ribeiro, 15, foi informada pelos amigos que não teria aula na sexta-feira.
Ela afirma não saber porquê não teve aula. “Isso é ruim porque eu acabo não podendo estudar”, diz.
FONTE:http://www.diariodemarilia.com.br/





REAJUSTE SALARIAL
Sábado, 06 de março de 2010 - 03:07

Professores
anunciam que na segunda iniciam greve
Gláucia Mazzei
Agência BOM DIA
Os professores da rede estadual de ensino estarão em greve a partir de segunda-feira.
A paralisação, que afeta cerca de 36 mil alunos matriculados em Jundiaí, foi decidida nesta sexta, em assembleia e manifestação na praça da República, no Centro de São Paulo, em frente à Secretaria Estadual de Educação.
A manifestação reuniu cerca de 10 mil professores, inclusive profissionais de várias escolas de Jundiaí, que seguiram para a Capital em três ônibus.
Por causa do ato, em algumas escolas da cidade, como a Bispo Dom Gabriel Paulino Couto, os alunos nem entraram nas salas.
Até o fechamento desta edição a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação não tinha o balanço de alunos sem aulas nesta sexta devido ao ato em São Paulo.
A greve é uma resposta à proposta do governo de incorporar gratificações ao salário. A classe reivindica um reajuste salarial de 34,3% para todos os professores

FONTE: http://www.redebomdia.com.br/
 
 
06/03/2010


Apeoesp anuncia greve já na segunda

Categoria reivindica 34% de reajuste e a contratação de temporários por tempo de serviço e não por nota da prova

Da Redação

Em assembleia realizada ontem no Centro de São Paulo, professores da rede estadual de ensino decidiram entrar em greve a partir de segunda-feira. Com a participação de aproximadamente mil profissionais, a categoria optou por paralisar atividades para reivindicar reposição salarial de 34,3% e mudança no sistema de atribuição de aulas. Entretanto, os professores bauruenses decidem na segunda-feira se vão aderir ou não à greve.
De acordo com a diretora estadual do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Suzi da Silva, a paralisação votada durante a assembleia realizada ontem será apresentada aos profissionais de Bauru na próxima segunda-feira, que poderão optar pela adesão ou não à greve.

“Na segunda e terça-feira, membros da Apeoesp visitarão as escolas para informar sobre a necessidade de parar neste momento.
Esse processo será realizado em todas as cidades do Estado que contaram com representantes aqui na assembleia”.



Entre as reivindicações do sindicato, Suzi enumerou a proposta de aumento salarial e cancelamento da nova maneira de atribuição de aulas.
“Nós pedimos aumento salarial de cerca de 34% para repor a perda inflacionária, ao invés da gratificação proposta pelo governo, e revogação das leis que mudaram os procedimentos de contratação de professores temporários”, argumenta.
Ou seja, a Apeoesp quer contratação por tempo de experiência e não pela nota da prova, como passou a ser feito neste ano. Consultadas pelo reportagem do JC, sete escolas da rede estadual de Bauru, através de suas diretoras ou vices, declararam que estavam informadas sobre a assembleia que foi realizada na Capital e afirmaram não terem constatado, ontem, a ausência de professores em suas grades devido à paralisação convocada.

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo foi procurada mas, até o fechamento desta edição, não se manifestou sobre as reivindicações dos professores e a promessa de greve a partir de segunda-feira.


Professores param e 40 mil estudantes ficam sem aula na região


Categoria reivindica mudança no novo modelo de atribuição das aulas e reajuste salarial

Renan Gouvêa


Estudantes de 58 escolas estaduais de Ribeirão Preto e região não tiveram aulas nesta sexta-feira depois que os professores da rede seguiram até a capital paulista para participar de um protesto salarial.


A medida deixa sem aulas cerca de 40 mil estudantes das escolas estaduais da região. Em Ribeirão, a adesão atinge cerca de 50% das 99 escolas estaduais.
A categoria protesta contra o novo modelo de classificação da atribuições de aulas e reinvindicam reajuste salarial de 34,3% Segundo o Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), mais de 10 mil professores estão na Capital e já votaram, em assembleia, pela aprovação da greve por tempo indeterminado.
"Em Ribeirão Preto, foi realizada uma caravana para levar os professores. Só do nosso sindicato, foram mais de 70 pessoas. Por isso algumas escolas ficaram completamente sem aulas", disse o diretor da Apeoesp de Ribeirão Preto, Mauro da Silva Inácio.

A dirigente da Diretoria de Ensino da Região de Ribeirão Preto já está em São Paulo e deve retornar à cidade na próxima segunda. Somente ela tem autorização da Secretaria Estadual de Educação para comentar o assunto e ainda não foi encontrada pela reportagem.
FONTE: http://www.jornalacidade.com.br/



PARALISAÇÃO


A decisão foi tomada ontem durante Assembleia em São Paulo



sexta, 05 de março de 2010, 20:29

Por: Érica Bernardes



Os professores da rede estadual de ensino decidiram entrar em greve a partir da próxima terça-feira, dia 9.



A decisão foi tomada ontem, durante a Assembleia realizada na Praça da República, em São Paulo.


De acordo com informações do coordenador do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) de Catanduva, Leandro Alves de Oliveira, os professores foram unânimes em participar do movimento de paralisação.


Embora a greve tenha sido deflagrada, na segunda-feira haverá aulas em todas as escolas estaduais de Catanduva.


Segundo o coordenador, as aulas serão realizadas com o objetivo de esclarecer aos alunos e aos pais dos mesmos sobre a paralisação.


Cerca de 80 professores de Catanduva e região estiveram presentes na Assembleia que apresentou a pauta de reivindicações dos profissionais.


Os professores acreditam que esse é o melhor momento para brigar por seus direitos, já que é um ano eleitoral e logo o governador do Estado de São Paulo, José Serra, irá se afastar do cargo para participar da sua candidatura como presidente da República.


A Apeoesp voltou a dizer que não acredita que a greve permaneça por muito tempo.


ONTEM


Ontem, nem todas as escolas estaduais de Catanduva optaram pela greve.


Em alguns locais, os professores trabalharam normalmente e as aulas transcorreram da mesma forma.


A Escola Estadual Antônio Maximiano Rodrigues fechou suas salas de aulas, restando apenas o funcionamento da secretaria.


A diretora Maria Ângela Bastos de Aguiar disse que os professores têm razão em realizar a greve.


“Não é greve branca; é protesto aos salários, à prova de mérito e tantas outras coisas”, declarou.


Já o diretor da Escola Estadual Barão do Rio Branco, Lourival Antonio Lourenço, explicou o motivo pelo qual a escola não fez paralisação ontem.


“Nós resolvemos não paralisar antes da decisão da Assembleia”, ressaltou.


Porém, o diretor disse que com o resultado favorável à paralisação, todos os professores da escola entram em greve na semana que vem.
FONTE: http://www.oregional.com.br/

Nenhum comentário:

Postar um comentário