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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Carta ao governador Geraldo Alckmin

Governador, estou fazendo um árduo trabalho com a memória visando descobrir ou lembrar de alguma obra que o senhor tenha feito e, devido a importância dela, justifique sua atual candidatura ao governo de São Paulo.

Do Professor Silvio Prado ao "inimigo do ensino público" paulista

Ler mais: http://namarianews.blogspot.com/2014/10/do-professor-silvio-prado-ao-inimigo-do.html#ixzz3XTugBXO5




Na área da educação, falando seriamente, não encontrei nada que justifique a continuidade de seu governo, mas sim motivos para enquadrá-lo como inimigo do ensino público e dos professores.

Na saúde, também está difícil. Basta dar uma entradinha em qualquer hospital que o senhor colocou nas mãos das Organizações Sociais para constatar o tamanho do horror! 

Isso sem contar a sua tentativa de vender 25% das vagas do SUS para os grupos privados de saúde. 

Na segurança pública, com sua polícia matando por atacado e com o crime organizado agindo dentro dos presídios como parceiros do Estado, nem que eu tenha um aparelho de ultrassom no lugar dos olhos descobrirei justificativas decentes para sua reeleição. 

Também, sempre curioso, fui dar uma olhadinha no setor de transportes e nele, incrível, descobri um negócio chamado Trensalão. Quer dizer, um baita escândalo onde gente tucana surrupiou durante quase 20 anos mais de 1 bilhão de reais dos cofres públicos paulistas. 

Pelo que vi, o Trensalão é o grande e vistoso primo rico do Mensalão e, por ser muito mais chique, envolve a partir dos governos tucanos (inclusive o seu), o Metrô de São Paulo com refinados bandidos de multinacionais como a Alston, Siemens, Bombardier etc. 

Mesmo que durante um dia ensolarado, imitando um filósofo grego da Antiguidade, eu me aposse de uma lanterna e saia procurando motivos para reelegê-lo, será difícil encontrá-los. Portanto, governador Geraldo, me explique ou me dê motivos claros para sua reeleição. 

Como posso votar num homem que foi peça fundamental no drama humanitário ocorrido com o massacre do Pinheirinho, em 22 de janeiro de 2012, onde oito mil seres humanos foram arrancados de suas casas, sob balas e bombas da polícia, jogados na rua e, no dia seguinte, horrorizados, viram tratores derrubando suas casas ainda repletas de moveis, roupas e todos os poucos bens materiais que sustentavam sofrivelmente a vida daquela gente tão pobre? 

E as intervenções policiais na USP, para calar estudantes e trabalhadores que lutam tenazmente contra a depreciação e a privatização daquela universidade? Também tem o problema da Cracolândia, em São Paulo, onde o senhor, para sanar o problemas gerados pelo consumo do crack, insiste em usar remedinhos truculentos fabricados nos laboratórios da academia do Barro Branco. 

Não vou citar aqui seu envolvimento com os fanáticos do Opus Dei, que certamente deve tê-lo influenciado em algumas medidas medievais de seu governo, como a de impor exames capazes de constatar a virgindade de funcionárias que deveriam ser contratadas na área do ensino. 

Mesmo que um bando de anjos me rodeassem suplicando meu voto para sua reeleição, governador, não tenho como dizer sim. Como professor do estado, eu o tenho como algoz impiedoso da educação pública. Em seu governo, toda escola caminhou na direção da privatização e acabou virando uma sementeira de escândalos sem fim, principalmente em reformas de prédios ou em compras — sem licitação — de jornais e revistas que lhe dão tranquila blindagem na grande mídia. 

Veja, governador, que na recusa em lhe dar o voto nem toquei no caso das imagens dignas de “Vidas Secas” que a sua incompetência criou na desadministração da SABESP, com o complexo Cantareira sem um pingo d’água, gente na grande São Paulo deixando de tomar banho, lavar roupas e louças, enquanto, na maior cara de pau, o senhor procura sair de fininho e tenta, com a colaboração da grande mídia, jogar toda a culpa em São Pedro. 

Portanto, é impossível sair de casa no dia 5 de outubro para avalizar um governante que só não foi investigado e permanece no poder porque, na Assembléia Legislativa, mantém e sustenta um bando de deputados amigos, sempre dispostos a defender a chefia em troca de migalhas chamadas emendas parlamentares ou de cargos para parentes e amigos em escalões do governo. 

Se os números das pesquisas forem verdadeiros, suas chances eleitorais permanecem grandes. 

Porém, o que fazer se o eleitor paulista não consegue perceber o obvio, ou seja, a sua ação destrutiva e a seqüência de atos que não compactuam com a grandeza de um estado exemplarmente rico, mas, infelizmente, medíocre em termos políticos? E hoje, sem dúvida, sua figura pública é o que melhor exemplifica a mediocridade que emperra o desenvolvimento humano e social de São Paulo. Portanto, governador, meu voto não será seu, jamais! 

Silvio Prado
Professor da Rede de Ensino Estadual


Ler mais: http://namarianews.blogspot.com/2014/10/do-professor-silvio-prado-ao-inimigo-do.html#ixzz3XTtNcMlk

terça-feira, 14 de abril de 2015

PERITO DO ESTADO NEGA LICENÇA A PROFESSOR INTERNADO NA UTI

Absurdo!!!

A cada ano aumenta o número de professores  que deixam a escola por desenvolverem problemas como depressão  doenças  cardíacas  e ortopédicas ,muitos  por não terem mais condições de voltar à sala de aula, são readaptados ou seja  colocados na escola para realização de outros trabalhos.Só na rede estadual de São Paulo,em 2013 eram 14.340 professores que estavam fora das salas de aula readaptados por apresentarem sérios problemas de saúde.
O professor readaptado não possui uma  função clara dentro da escola,e perdem sua identidade profissional,ficam no "limbo " da secretaria da educação que não tem uma política de "reabilitação profissional"  o que causa grande constrangimento ao profissional já debilitado pelas doenças que o afastaram da sala de aula que passam a  sofrer preconceito e até assédio moral. 
O professor  deste caso está aguardando a readaptação,solicitada pela direção da escola, pois não tem mais condição de entrar em sala de aula,embora o perito ateste que esta com sua capacidade laborativa preservada.O mesmo passou mal  dentro da sala de aula e foi socorrido pelas crianças com idade entre 11 e 12 anos de idade.

Professor do ensino público estadual internado em UTI tem pedido de licença negado pelo estado

Após sofrer uma parada cardíaca e ser internado na UTI do Hospital do Servidor, o professor Fabio Pires, docente do ensino público estadual teve seu pedido de licença médica negado pelo estado. Reportagem de Camila Salmazio.
por publicado 13/04/2015 16:59

Fonte:http://www.redebrasilatual.com.br/radio/programas/jornal-brasil-atual/2015/04/professor-do-ensino-publico-estadual-internado-em-uti-tem-pedido-de-licenca-negado-pelo-estado

Escute toda a reportagem  meste link
https://soundcloud.com/redebrasilatual/professor-do-ensino-publico-estadual-internado-em-uti-tem-pedido-de-licenca-negado-pelo-estado





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domingo, 12 de abril de 2015

Greves e mobilizações de professores do norte ao sul do Brasil


 Na "pátria educadora" a educação definha e os  professores das escolas publicas estão em greve ou em grandes mobilizações em vários estados: Pará, Paraíba, São Paulo e Santa Catarina, Amazonas, Paraná, Pernambuco e Rio Janeiro.


Professores em greve, luta justa



Do Diário do Grande ABC
Artigo
Entramos na quarta semana de greve dos professores em São Paulo. A demora do governador e da grande imprensa em reconhecer a paralisação dificultou a abertura do diálogo. E a não disposição do governo em atender a pauta reivindicatória, para efeito de negociação com os docentes, faz com que os dias paralisados se estendam.

Neste momento, ocorrem greves nos Estados do Pará, Paraíba, São Paulo e Santa Catarina. E em Estados como Amazonas, Paraná, Pernambuco e Rio Janeiro ocorrem mobilizações. Essas greves representam, dentre outros problemas, as consequências imediatas dos cortes de verbas dos orçamentos públicos federal e estadual para a Educação.Podemos afirmar que professor, enquanto categoria profissional, ainda faz parte do universo do comprometimento com a profissão e com o saber. Não é o responsável pela situação caótica da Educação pública e expressa ou demonstra de forma antecipada o ‘vir a ser da explosão’ no interior e no cotidiano das escolas.
O corte de verbas piora a situação, que já é muito difícil de lidar, do ambiente escolar para o professor que convive com altos índices de violência, intensa prática de assédio moral e de doença profissional. Em São Paulo, além da falta de reajuste salarial e de condições de ensino (não contamos com laboratórios, informática, bibliotecas e quadras apropriadas), as escolas se deparam com falta de materiais que afetam diretamente o processo pedagógico, como lâmpadas, porta nos banheiros e até com a ausência de material básico de higiene, dentre outros.
Greve de professor representa a necessidade de chamar a atenção sobre a responsabilidade de governos, imprensa e toda a sociedade quanto à urgência em, ao menos, diminuir o caos instalado nas escolas. Cada um deve fazer a sua parte para que o regime democrático tenha, minimamente, validade e o governador precisa atender a pauta dos professores de São Paulo, comprometidos com Educação pública de qualidade.
O professor não passará a construir ‘Pátria educadora’ enquanto os governos estaduais e federal insistirem em cortar verbas e não investirem o dinheiro público, totalmente, nos serviços públicos e enquanto as escolas representarem para parcela da sociedade apenas local para conter a juventude.
Greve de professor representa alerta para que se mude o caminho. Mas, quando isso não ocorre, embora padeçamos, fica a insistência de docentes juntamente com alunos e sociedade em geral em tomar as ruas na defesa de direitos básicos.
Claudio Alves de Santana é conselheiro estadual da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) – Subsede Santo André.
Fonte :
http://www.dgabc.com.br/Noticia/1304231/professores-em-greve-luta-justa

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Presidente da APEOESP questiona o Jornalista da Revista VEJA:.O que o senhor entende de crianças pobres?

Concordo com  a presidente da Apeoesp e e faço questão de divulgar e assinar também esta carta e defesa do magistério paulista.
Carta aberta a Reinaldo Azevedo
RESPEITO É BOM E EU EXIJO!
Muitas pessoas me dizem que eu não deveria me preocupar com os ataques de baixo nível que o senhor desfere contra mim. 
Entretanto, fui escolhida pelo voto direto e secreto da minha categoria para representá-la. Em respeito aos professores e professoras da rede estadual de ensino de São Paulo, sinto-me na obrigação de rebater as calúnias e barbaridades ditas pelo senhor.
O senhor acusa os professores e professoras de prejudicar nossos alunos por estarmos em greve.
É preciso lembrá-lo de que a greve é direito constitucional e que cumprimos todos os ritos legais, comunicando-a às autoridades competentes, juntamente com nossa pauta de reivindicações.
O que o senhor entende de crianças pobres? Nós as conhecemos bem, ouvimos seus problemas e as aconselhamos, indo além da nossa função de ensinar. 
Elas são nossas amigas e nos apoiam. O problema é que não há políticas do Governo Estadual para integrar as escolas com as comunidades.
O Governador não aplica a jornada de trabalho determinada pela lei 11.738/2008, pela qual teríamos 33% de nosso horário de trabalho para atividades extraclasse, entre elas conversar com os pais de nossos alunos. 
O governo do PSDB não tem o menor interesse nessas crianças pobres às quais o senhor ardilosamente se refere.
Nós sabemos que essas crianças e jovens não conseguem aprender em salas superlotadas com 40, 42, 45, 60 e até 84 alunos, porque o Governador do Estado decidiu fechar mais de 3.390 classes. Sabemos que elas sofrem com a falta de condições de ensino-aprendizagem. 
Conhecemos a tristeza desses meninos e meninas com a falta de infraestrutura, com a falta de manutenção dos prédios, com a falta d´água nos banheiros, com o descaso e o ambiente propício à ocorrência de casos de violência dentro da escolas porque o Governo tucano vem reduzindo o número de funcionários e terceirizando o máximo possível as funções dentro das unidades escolares.
O Governo Estadual do PSDB vem aniquilando o sentido de comunidade escolar. As escolas não são espaços de convivência democrática e de exercício da cidadania. 
Nossas crianças e adolescentes não aprendem, nas unidades escolares mantidas pelo Governo do Estado, a conviver com a diversidade e veem seus professores serem maltradados quando tentam desenvolver um trabalho pedagógico que fuja das orientações padronizadas que emanam dos gabinetes da Secretaria Estadual da Educação.
Se o senhor tivesse o mínimo de informação – obrigação de todo jornalista – saberia que a equiparação salarial dos professores com os demais profissionais com formação de nível superior é determinada pelo Plano Nacional de Educação (PNE), lei aprovada pelo Congresso Nacional. 
O índice de 75,33% (conforme estudo do DIEESE) é o necessário para esta equiparação salarial no estado de São Paulo. Queremos, sim, negociar um plano de composição salarial para que a lei seja cumprida.
O senhor considera que deveríamos, simplesmente, nos conformar com nossos baixos salários, com a superlotação das classes, com a falta de condições de trabalho, com tudo? 
Não faremos isto; pode esperar sentado. O senhor seria capaz de sobreviver com um salário mensal de R$ 2.422,58, tendo que ministrar aulas em duas, três ou mais escolas?
Para o Governador, seu secretariado, deputados, desembargadores e outros cargos da cúpula do Estado, houve reajustes salariais votados em pleno final de ano. 
Nesse caso, não se fala em limitações orçamentárias. Tudo vale para o “andar de cima”. Para nós, o “andar de baixo”, nada.
Em nenhum momento o Secretário da Educação nos propôs discutir qualquer plano de reajustes salariais. 
Diz apenas que nada pode propor antes de examinar o orçamento. Para um jornalista, o senhor é muito mal informado.
O senhor cumpre o papel de blindar um partido que já não tem como esconder tantas coisas erradas, mas não é isso que quero discutir agora.
O senhor repete a ladainha do PSDB, de que marcamos nossa greve para iniciar juntamente com as manifestações de 13 de março. 
Nada mais falso. Nossa assembleia estava agendada para o dia 13 de março desde o dia 29 de janeiro, quando cinco mil professores realizaram um ato público em frente à Secretaria Estadual de Educação, na Praça da República. 
Ali foi aclamada por unanimidade a realização da greve a partir de 13 de março, pois o governo não abria negociações sobre os pontos referentes a salário, jornada de trabalho, fechamento de classes, contratação de professores temporários e outros.
Não somos donos da Avenida Paulista. 
Ali todos podem se manifestar, inclusive os seus amigos, que no dia 15 de março lá estiveram, sob o patrocínio do Governo Estadual do PSDB, que liberou as catracas do metrô. Isto não é um verdadeiro escândalo? 
Pois é, o senhor não dá um pio. 
Oficiamos ao Presidente da Companhia do Metrô solicitando o mesmo benefício. Ele fez alusão à legislação, que permitiria a cortesia num caso e não em outro. Solicitamos que citasse a legislação. Estamos aguardando até hoje.
Não vou comentar os índices divulgados pelo Governo. 
São ridículos. Tanto que disseram que o índice normal de faltas era de 4% e que durante a greve caira para 2,5%. Creio que o momento não é para brincadeiras deste tipo.
De onde o senhor tirou que “a greve de 2010 terminou com Bebel debaixo de uma chuva de ovos?!!!” 
De fato, após a repressão selvagem do então Governador José Serra contra os professores nas proximidades do Palácio dos Bandeirantes eu disse que quebraria a espinha dorsal daquele senhor. Dito e feito: não conseguiu se eleger Presidente da República, pois o Brasil inteiro ficou sabendo o péssimo Governador que fora.
O PSDB e Serra processaram-me na Justiça Eleitoral por causa desta frase, sabia? 
Perderam. O senhor nunca aceitou isto, não é verdade? 
Talvez seja hora de superar esse trauma. Recomendo um bom psiquiatra.
Finalmente, para deixar ainda mais patente sua completa desinformação sobre a realidade, devo dizer que Águas de São Pedro é um dos menores Municípios do Brasil. Em 2014, teve apenas 2.885 eleitores registrados, imagine-se em 1992, quando concorri a uma vaga na Câmara Municipal para ajudar a construir o Partido dos Trabalhadores na cidade.
Talvez o senhor não saiba da existência do quociente eleitoral. Fazendo uma campanha sem recursos, sem um partido estruturado, obtive 100 votos, um número bastante considerável em relação ao total de eleitores. 
Entretanto, não fui eleita, enquanto candidatos com 30 votos tornaram-se vereadores em Águas de São Pedro. Isto é uma evidência cristalina da necessidade de uma reforma política neste país, para que a composição das casas legislativas reflita de forma mais fidedigna a vontade popular.
É incrível sua limitada capacidade de analisar uma situação político-eleitoral como esta. Melhor, então, deixar para os especialistas e pessoas com esta capacidade.
Naquela ocasião eu era – e continuo sendo – muito respeitada por todos na minha cidade pela defesa da educação pública e da melhoria das condições de vida da parcela mais pobre da população. 
Tenho muito orgulho de cada um dos 100 votos que recebi. Creio que o senhor não possa dizer o mesmo sobre seus textos e sua conduta.
Maria Izabel Azevedo Noronha
Presidenta da APEOESP

terça-feira, 31 de março de 2015

PASSO A PASSO PARA VISUALIZAR O BÔNUS NA INTERNET


Este passo a passo é complicado pois é o primeiro acesso a esta opção no GDAE,ó site só disponibilizou esta opção hoje.

ENTRAR NO SITE DA EDUCAÇÃO
CLICAR NO ESPAÇO INTRANET
ABRE PÁGINA DO GDAE
LOGIN(O MESMO DO GDAE )
ABRE PÁGINA ESPAÇO DO SERVIDOR
BARRA DE LINKS ENTRA EM SERVIÇOS
NOVA JANELA RECURSOS HUMANOS
ABRE JANELA CONSULTA BONIFICAÇÃO
ENTRA NOVAMENTE NA TELA DO GDAE
PREENCHE O LOGIN
CLICA OBTER ACESSO
PREENCHE OS DADOS
VOLTA AO GDAE
FAZ LOGIN NOVAMENTE
CLICA ENTRAR
OPÇÂO SISTEMAS
APARECE BONIFICAÇÃO POR RESULTADOS
CLICA AVANÇAR
GERENCIAR INTRANET
CONSULTA POR RG
PESQUISAR
ÚLTIMO QUADRO SAI TODOS OS DADOS DO BÔNUS

DIAS LETIVOS/FALTAS/VALOR DA PRIMEIRA PARCELA E VALOR DA SEGUNDA PARCELA

Consulta individual do Bônus no GDAE




Orientação enviada para escolas:
Senhor Diretor de Escola,
Tendo em vista que a Bonificação por Resultados 2014 será efetuada em parcelas, informamos que estará disponível no GDAE no dia 31/03/2015, a partir das 8:00 hs, consulta individual da Bonificação por Resultados, do valor total que faz jus e do valor de cada parcela (valores brutos), observando que o usuário deverá obter acesso ao sistema Bonificação por Resultados para poder efetuá-la .

Solicitamos divulgar o contido no presente aos interessados sob sua jurisdição.

DEAPE/CGRH
30/03/2014