sábado, 24 de março de 2018

Apoio aos professores de São Paulo e repúdio a violência


Apoio aos professores de São Paulo e repúdio a violência

No pais da corrupção desenfreada em todas as esferas da sociedade . educadores mais uma vez precisam marcar presença nas ruas ir para lutar por seus direitos.
O ataque dos governantes contra a aposentadoria dos servidores públicos não tem trégua, rombos na previdência  são frutos de péssimos administradores e  agora querem que os trabalhadores “paguem o pato” ,e por falar em pato...cadê ele ? O movimento do” pato” foi um grande golpe das elites defensoras de seus privilégios que agora tentam tirar o direito da aposentadoria dos, direito  conquistado com muito suor e sangue ao longo da história deste país. É importante salientar que a grande maioria dos servidores públicos não possuem os famosos privilégios que são  alardeados pela  na mídia jornalística,pelo contrario ,muitos trabalham em situaço~es precárias como os profissionais da educação,saúde e principalmente da segurança publica.


sindigru.org.br/noticia/1818/sindigru-cut-repudia-acao-do-governo-richa-contra-professores-do-parana 29/04/2015

Nos últimos anos, uma manifestação de  professores que protestaram contra o descaso do governo do estado do Paraná  em relação a educação e aos servidores publicos se transformou em um “cenário de guerra”.No estado do Rio de Janeiro não foi diferente,as manifestações se transformaram em campos de batalha entre policiais e professores.Os problemas dos confrontos entre policiais e professores aconteceram  em vários estados do pais nod últimos anos.
Protesto na Câmara Municipal de São Paulo
http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,apos-pressao-aliados-de-doria-querem-rever-nova-aliquota-da-reforma-da-previdencia,70002230174

Infelizmente  confrontos em manifestações volta a se repetir na cidade de São Paulo ,desta vez os manifestantes  não estavam protestando por melhores salários e condições de trabalho na educação, estavam defendendo o direito “sagrado” de todo o trabalhador que é a aposentadoria, diante da proposta de aumento abusivo da contribuição de cada servidor municipal .Como ocorreu nos casos anteriores,  policiais militares e a guarda municipal escalados para acompanhar a manifestação “abusaram “do poder  jogando bombas  de efeito moral  desferindo golpes de cassetetes  e utilizando balas de borracha contra os manifestantes, a truculência   foi nítida e o resultado foi  vários  manifestantes ensanguentados que ocuparam as principais páginas da mídia jornalística.
É importante lembrar que tais episódios sempre marcam a carreira dos governantes envolvidos e neste caso por ironia, ou não, envolve uma candidatura ao governo do Estado nas próximas eleições, salientando que o atual governo do estado   tem as mesmas práticas abusivas com os servidores públicos, principalmente em relação aos servidores da educação que estão travando verdadeiras batalhas nos últimos anos para garantir seus direitos e em defesa da escola pública.
A histórica resistência dos alunos do estado de São Paulo em 2015 contra as reformas do ensino propostas pelo governo do estado se alastraram pelo Brasil, muitos estudantes de outros estados seguiram o exemplo, distorções dos movimentos à parte, entendemos que algo precisa ser feito, a educação no Brasil está na UTI e um pais que não investe no futuro de suas gerações com educação está fadado ao fracasso.   
Retomando a questão da última manifestação em São Paulo, o fato nos faz pensar que as causas dos protestos citados têm suas diferenças, mas o que não muda é o grau de violência usado contra os manifestantes, isso mostra como os governantes não sabem lidar com a pressão das manifestações publicas, que é um direito do cidadão e a inabilidade de comando dos responsáveis pela segurança pública de negociar com as lideranças dos movimentos e realmente garantir a segurança de todos.
Concluindo : Mesmo tendo os exemplos  das manifestações anteriores e seu ônus para todas as partes ,aqueles que deveriam garantir os direitos do povo se transformam em instrumentos de violência ,lembrando que dentre estes direitos  destaca-se o de manifestar seu descontentamento com o poder publico,lenbrando que vivemos em uma democracia, é necessário e urgente que se de um basta nisso,não  é possível  cometer os mesmos erros e abafar a voz do povo com truculência e agressões desnecessárias como se fosse algo normal. É inaceitável continuar tratando professores como bandidos e a sociedade continuar calada  diante de tal situação .
“Apoio aos professores de São Paulo e repúdio a violência ”
Fonte :
http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,apos-pressao-aliados-de-doria-querem-rever-nova-aliquota-da-reforma-da-previdencia,70002230174
http://sindigru.org.br/noticia/1818/sindigru-cut-repudia-acao-do-governo-richa-contra-professores-do-parana 29/04/2015

BÔNUS 2018/2017 SAI ATÉ O FINAL DE ABRIL

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Resolução SE 26, de 21/03/2018 estabelece normas relativas a bonificação por resultados! DO 22/03 pag.40

Publicada no Diário Oficial do Estado em 22 de março de 2018, na Seção I, página 40, a Resolução SE 26, de 21 de março de 2018, estabelece normas relativas à Bonificação por Resultados - BR, instituída pela Lei Complementar 1.078, de 17- de dezembro de 2008.

"O Secretário Da Educação, à vista do disposto na Lei Complementar 1.078, de 17-12-2008, e na Resolução Conjunta CC/SG/SF/SPG 13, de 01-12-2017, Resolve:
CAPÍTULO I
Do Direito à Percepção da Bonificação por Resultados – BR Artigo 1º - A Bonificação por Resultados - BR será paga ao servidor das unidades de ensino ou administrativas da Secretaria da Educação que tenha participado do processo para cumprimento das metas, com pelo menos 2/3 (dois terços) de efetivo exercício no período de avaliação.
Parágrafo único - Obedecido ao disposto no caput deste artigo e nos termos desta resolução, a Bonificação por Resultados - BR também será paga ao servidor que, durante o período de avaliação:
  1. ingresse ou passe a ter exercício na Secretaria da Educação;
  2. seja afastado ou transferido das unidades administrativas da Secretaria Educação;
  3. venha a se aposentar ou falecer, ou seja, exonerado ou dispensado.
Artigo 2º - A Bonificação por Resultados - BR será devida também ao servidor que conte com pelo menos 2/3 (dois terços) de dias de efetivo exercício no período de avaliação, nos termos do inciso VI do artigo 4º da Lei Complementar 1.078 de 17-12-2008, na forma estabelecida em decreto, e que se encontre afastado:
I - com fundamento na Lei Complementar 343, de 6 de janeiro de 1984; e
II - para os fins do Programa de Ação de Parceria Educacional Estado-Município.
Artigo 3º - Na determinação da participação do servidor no processo para cumprimento das metas a que se refere o artigo 1º desta resolução deverão ser desprezadas as frações dos dias de efetivo exercício.
CAPÍTULO II
SEÇÃO I
Dos Critérios para Cálculo da Bonificação por Resultados – BR Artigo 4º - A Bonificação por Resultados - BR será paga na proporção direta do cumprimento das metas do indicador global definido para cada unidade de ensino ou administrativa onde o servidor estiver desempenhando suas funções, observado o disposto no caput do artigo 1º desta resolução.
Artigo 5º - O cumprimento de cada meta, de que trata o artigo 4º desta resolução, será apurado pelo Índice de Cumprimento de Metas - ICM, conforme definido na Resolução Conjunta CC/SG/SF/SPG 13, de 01-12-2017.
Artigo 6º - Para fins de determinação da Bonificação por Resultados - BR, os servidores da Secretaria da Educação serão remunerados de acordo com o Índice de Cumprimento de Metas - ICM, na seguinte forma:
I - os servidores que atuam nas unidades escolares receberão de acordo com o Índice de Cumprimento de Metas – ICM do nível de ensino da unidade escolar a que estão vinculados;
II - os servidores que atuam nas unidades escolares e não estão vinculados a um nível de ensino específico receberão de acordo com o Índice de Cumprimento de Metas - ICM agregado dessa unidade escolar, calculado através da soma das médias
ponderadas de cada uma das parcelas que compõem os Índices de Cumprimento de Metas - ICM dos níveis de ensino avaliados, utilizando como peso o número de alunos avaliados;
III - os servidores que atuam nas Diretorias de Ensino receberão de acordo com a média ponderada dos Índices de Cumprimento de Metas - ICM das unidades escolares vinculadas à sua respectiva Diretoria de Ensino, utilizando como peso o número de alunos avaliados;
IV - Os servidores que atuam na administração central receberão de acordo com a média ponderada dos Índices de Cumprimento de Metas - ICM de todas as unidades escolares da rede estadual de ensino, utilizando como peso o número de alunos avaliados.
  • 1º - Para os fins do disposto no caput deste artigo, as unidades de ensino ou administrativas deverão ser submetidas à avaliação destinada a apurar os indicadores globais, em cada período.
  • 2º - Os servidores que atuam em níveis de ensino que não possuem Índice de Cumprimento de Metas - ICM próprio receberão pelo Índice de Cumprimento de Metas - ICM agregado da unidade escolar, conforme definido no inciso II deste artigo.
  • 3º - O Índice de Cumprimento de Metas - ICM das unidades escolares não avaliadas será igual ao indicador:
  1. da respectiva Diretoria de Ensino, quando se tratar de Centros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos - CEEJAs ou unidade de ensino sem índice próprio de cumprimento de metas;
  2. da unidade vinculadora, quando se tratar de unidades de ensino multisseriadas e/ou vinculadas.
  • 4º - Para fins do que dispõe o § 2º deste artigo, quando a inexistência de índice próprio de cumprimento de metas for decorrente da não adesão dos alunos ao Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo - SARESP, motivada pela respectiva unidade de ensino, o indicador daquela unidade será igual a zero.
  • 5º - Para fins do que dispõe o § 2º deste artigo, quando a inexistência de índice próprio de cumprimento de metas for decorrente da não adesão dos alunos ao Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo - SARESP, por motivos a que a respectiva unidade de ensino não deu causa, o indicador daquela unidade será o da respectiva Diretoria de Ensino.
Artigo 7º - Os servidores abrangidos pelo disposto no artigo 2º desta resolução serão remunerados de acordo com o mesmo Índice de Cumprimento de Metas que se aplicar aos servidores da administração central.
Artigo 8º - O período de avaliação a que se refere o § 1º do artigo 8º da Lei Complementar 1.078/08, corresponde ao período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada ano.
Artigo 9º - A Secretaria da Educação adotará as providências necessárias para publicar, anualmente, o valor do Índice de Cumprimento de Metas - ICM das unidades de ensino ou administrativas, no primeiro quadrimestre do exercício seguinte ao considerado.
  • 1º - O dirigente de unidade de ensino ou administrativa que discordar dos valores dos índices a que se refere o caput deste artigo poderão apresentar recurso dirigido à Coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional - CIMA, para manifestação, no prazo não superior a 30 (trinta) dias da data de sua publicação.
  • 2º - O recurso a que se refere o § 1º deste artigo deverá ser instruído com as razões que o originaram, relatórios, planilhas de cálculo e outros documentos que comprovem as divergências dos valores publicados em relação aos pleiteados.
  • 3º - A Coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional - CIMA, a que se refere o § 1º deste artigo, por meio do Departamento de Avaliação Educacional - DAVED, deverá se manifestar sobre o recurso no prazo de 10 (dez) dias úteis e encaminhá-lo para decisão do Secretário da Educação, que:
  1. acolhendo o recurso, total ou parcialmente, fará publicar o novo valor do Índice de Cumprimento de Metas - ICM da unidade recorrente até o último dia útil do mês subsequente ao da publicação a que se refere o caput deste artigo;
  2. não acolhendo o recurso, informará ao impetrante as razões da manutenção do valor já publicado.
SEÇÃO II
Do Valor da Bonificação por Resultados – BR
Artigo 10 - O valor da Bonificação por Resultados - BR será apurado na seguinte forma BR = P x RM x ICM x DEPA § 1º - Os elementos da fórmula a que se refere este artigo têm os seguintes significados:
  1. P: percentual a que se refere o artigo 9º e § 1º da Lei Complementar 1.078/08, na forma definida em decreto e, quando for o caso, em resolução conjunta editada pela comissão a que se refere o artigo 6º da referida lei complementar;
  2. RM: Retribuição Mensal do Servidor no Período de Avaliação, calculada nos termos do inciso V do artigo 4º da Lei Complementar 1.078/08, e que servirá de base de cálculo para determinação do valor da Bonificação por Resultados - BR, deverá ser acumulada dentro do exercício considerado;
  3. ICM: Índice de Cumprimento de Metas, valor apurado para a unidade de ensino ou administrativa em que o servidor exerça suas atividades;
  4. DEPA: Índice de Dias de Efetivo Exercício no Período de Avaliação, relação percentual estabelecida entre os dias de efetivo exercício e o total de dias do período de avaliação em que o servidor deveria ter exercido regularmente suas funções, conforme estabelecido o artigo 4º da Lei Complementar 1.078/08.
  • 2º - Para fins do disposto no § 1º deste artigo, a Retribuição Mensal do Servidor no Período de Avaliação - RM de servidor com opção de retribuição pelo vínculo empregatício originário, nos termos da legislação vigente, corresponderá à retribuição do cargo ocupado na Secretaria da Educação.
Artigo 11 - Obedecidas as disposições da Lei Complementar 1.078/08 e desta resolução, o valor da Bonificação por Resultados - BR será calculado e pago proporcionalmente em relação à retribuição mensal, aos dias de efetivo exercício e ao Índices de Cumprimento de Metas - ICM, correspondente a cada situação funcional, quando se tratar de servidores do Quadro do Magistério em exercício:
I - em mais de um nível de ensino na mesma unidade;
II - em um ou mais níveis de ensino em unidades diferentes.
Artigo 12 - O valor da Bonificação por Resultados – BR, calculado e pago proporcionalmente à retribuição mensal, aos dias de efetivo exercício e ao Índice de Cumprimento de Metas ICM, correspondente a cada situação funcional, obedecidas as disposições da Lei Complementar 1.078/08 e desta resolução, será pago ao servidor que durante o período de avaliação, na mesma Secretaria, seja:
  1. nomeado em comissão ou designado para responder por cargo vago ou por função retribuída mediante Pró-labore de coordenação, direção, chefia e encarregatura;
  2. ocupante de cargo ou função-atividade que venha a exercer outro cargo efetivo ou função-atividade; e
  3. removido para outra unidade escolar ou administrativa.
Parágrafo único - Aplicam-se as disposições do caput deste artigo ao servidor designado para substituição nos termos do artigo 80 da Lei Complementar 180, de 12-05-1978.
Artigo 13 - O valor dos Índices de Cumprimento de Metas - ICM obtido na avaliação do exercício considerado, para fins de cálculo da Bonificação por Resultados - BR, não poderá ser superior a 1 (um).
Artigo 14 - Se na avaliação do exercício considerado o Índice de Cumprimento de Metas - ICM for superior a 1 (um), poderá ser pago um adicional a cada servidor, nos termos do § 2º do artigo 9º da Lei Complementar 1.078, de 17-12-2008.
Parágrafo único - O adicional a que se refere o caput deste artigo será calculado mediante a aplicação do excedente do valor dos Índices de Cumprimento de Metas - ICM, até o limite de 20%, sobre a soma das parcelas pagas ou devidas a título de Bonificação por Resultados - BR, relativas ao exercício considerado.
Artigo 15 - Para os servidores que se encontrem nas situações previstas no artigo 12 desta resolução, o adicional a que se refere o artigo 14 desta resolução será calculado mediante a aplicação do excedente do valor do Índice de Cumprimento de Metas - ICM, proporcionalmente aos dias de efetivo exercício nas respectivas unidades, sobre as correspondentes parcelas pagas ou devidas a título de Bonificação por Resultados – BR, relativas ao exercício considerado.
SEÇÃO III
Do pagamento da Bonificação por Resultados Artigo 16 - O pagamento da Bonificação por Resultados - BR do exercício considerado, calculada na forma desta resolução, será efetuado em parcela única até o final do mês de abril.
  • 1º - No caso de se verificar a necessidade, por qualquer razão, de correção do cálculo, a que se refere o caput deste artigo, o pagamento de eventuais diferenças ocorrerá até o 5º dia útil do mês de novembro de 2018.
  • 2º - O pagamento aos servidores afastados junto ao Programa de Parceria Educacional Estado-Município somente será efetuado, quando os municípios, que deixaram de atender ao disposto no artigo 4º do Decreto 51.673, de 19-03-2007, comprovarem o cumprimento da exigência aí estabelecida.”
SEÇÃO IV
Das Disposições Finais
Artigo 17 - É vedado o pagamento da Bonificação por Resultados - BR, de que trata esta resolução aos:
I - servidores que percebam vantagens de mesma natureza; e
II - aposentados e pensionistas.
Artigo 18 - Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, retroagindo seus efeitos a 1º-1-2017

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Salário de deputado x salário de professor

Por: Agência Lupa - 05.02 - Leandro Resende
 
 
O ano legislativo começou nesta segunda-feira (5), com a presença dos presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal na sessão do Congresso, e com a reforma da Previdência pairando no horizonte. Com isso, voltou a circular nas redes sociais uma imagem que compara os benefícios recebidos por deputados aos recebidos pelos professores. Até as 19h15, ela já tinha sido compartilhada mais de 370 mil vezes no Facebook.
 
É fato que os deputados recebem R$ 33.763 de salário. Esse valor corresponde ao teto constitucional. Já a média salarial de professores fica acima dos R$ 1.856 informados na imagem.
 
Em junho do ano passado, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ligado ao Ministério da Educação, divulgou um levantamento feito com 2.080.619 professores das redes pública e privada e mostrou que a remuneração média na rede pública é de R$ 3.335.06. Na privada, é de R$ 2.599,33.
 
Os professores da rede pública federal ganham, em média, R$ 7.767,94 por 39,3 horas de aula. Os das redes estaduais, R$ 3.476,42 para 31,1 horas, e os das redes municipais, R$ 3.116,35 por 30,9 horas de trabalho.
 
Isso significa que um professor ganha – de salário – cerca de 10% do total pago a deputados, senadores e ministros. Mas os parlamentares ainda têm direito a uma longa lista de benefícios como auxílio-moradia de até R$ 4.253, imóvel funcional, direito a nomeação de até 25 funcionários para o gabinete e a cota para o exercício da atividade parlamentar, chamada “cotão”. Essa verba varia de acordo com o estado que o parlamentar representa e pode chegar a R$ 44.260 por mês. Ela serve para cobrir despesas com passagens aéreas, telefonia, aluguel de veículos, alimentação do parlamentar e divulgação de seus atos no legislativo, entre outros.
 
Pelo fato de os valores serem variáveis, é impossível chegar ao valor fechado de R$ 141.453 que consta na imagem que circula nas redes sociais.
 
Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados e que ilustra a foto que viralizou, usou R$ 351,2 mil do “cotão” entre janeiro de 2017 e janeiro de 2018. Só com o aluguel de carros, Maia gastou R$ 41,9 mil. Com a divulgação de sua atividade parlamentar, o político desembolsou R$ 260 mil em um ano.  Além disso, o deputado também usufrui da residência oficial da Câmara.

fonte http://www.apeoesp.org.br/noticias/noticias-2018/salario-de-deputado-x-salario-de-professor/

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

PERICIAS DE PROFESSORES READAPTADOS CAUSAM TERROR NA REDE ESTADUAL PAULISTA !



Nos últimos meses o DPME está fazendo uma verdadeira “varredura” nos processos de readaptações de professores da rede estadual de São Paulo e isto tem causado polêmica e terror entre os professores que estão afastados das salas de aula por problemas de saúde e devido as restrições médicas desenvolvem outras atividades no ambiente escolar.
As convocações para reavaliação e novas perícias estão sendo no mínimo arbitrárias, pois o espaço de tempo entre a publicação e a reavaliação é muito curto, o que impede muitos convocados  de se organizarem com relatórios do médico assistente e exames exigidos no ato da avaliação do médico perito, principalmente se considerarmos que o convênio oferecido pelo Estado (IANSPE), muitas vezes não atende a demanda de atendimentos e necessitam de prazos consideravelmente longos para realização de consultas com especialistas e realização de exames, inviabilizando o cumprimento das regras para reavaliação da readaptação.
São várias as   denúncias nas redes sociais de readaptados que descrevem o descaso do DPME em relação ao atendimento no ato da perícia e  um número considerável de professores tem a readaptação cessadas ,apesar dos relatórios dos médicos assistentes e exames de restrições laborais  apresentados.
O momento destas reavaliações  é totalmente inadequado ,pois a cessação de da readaptação no final do  período de atribuição de aulas do ano letivo é extremamente prejudicial ao professor, pois além do problema do retorno a sua atividade de origem sem restrições e sem condições de trabalho, este professor tem classes e aulas atribuídas aleatoriamente nas Diretorias de Ensino .
O professor readaptado que tem  a readaptação cessada neste momento e está voltando para sala de aula não tem a garantia de continuar nas suas escolas de origem, no caso do fundamental I  podendo ir para qualquer escola da diretoria e no caso do Fundamental II e do Ensino médio  sobram apenas  aulas “picadas” em várias escolas ,obrigando o professor a se locomover longas distâncias em um mesmo período prejudicando ainda mais sua saúde  já debilitada e consequentemente a qualidade do seu trabalho em sala de aula.
O deputado Carlos Giannazi (PSOL) ao tomar conhecimento desta situação , protocolou “indicação’ parlamentar  solicitando providencias na Secretaria de Estadual do Planejamento e Gestão em relação aos prazos praticados pelo DPME nestas  convocações e caracterizou tal prática como arbitraria e irresponsável.
Segundo ele, ” tem ocorrido com frequência a publicação de convocação para perícias no DPME com pouquíssimos dias entre a publicação e a realização da perícia, algumas vezes ocorrendo em datas com feriados e “pontes” com pontos facultativos em que as escolas, principalmente, ficam desmobilizadas.  Além do mais, sabe-se que os servidores readaptados precisam juntar documentação recente para ser vista, lida, compreendida e analisada pelo perito. Entre outras formas de desrespeito aos servidores que pleiteiam readaptação nova ou recondução, esta tem sido uma das mais frequentes. E todos sabemos que a saúde já precarização do/a servidora/a também é afetada por este tipo de ato administrativo quase irresponsável. ”

Segundo a ASPRESP - Associação dos professores readaptados do Estado de São Paulo, os professores readaptados estão sofrendo sérios ataques nos   últimos anos,destacando  como   exemplo a Resolução 

SE nº 18  (10/04/2017) que desestabilizou ainda mais o emocional  e a  saúde já precária  dos professores readaptados.


A Resolução citada  prejudicou os professores readaptados temporários e definitivos   com a criação de módulos limitados, obrigando os readaptados caracterizados pelos critérios da Resolução “excedentes” em suas unidades de trabalho  a participar de uma grande movimentação ou melhor uma “remoção forçada” para  adequação aos novos critérios dos módulos, causando um tremendo reboliço em toda rede, pois o profissional passou trabalha em uma escola e sua “vida funcional” ficou em outro escola denominada  sede.
É importante lembrar que de acordo com o já defasado "Estatuto do Magistério",o professor readaptado não tem direito a remoção o que é um absurdo,pois trata o professor readaptado como uma categoria diferente  que  não pertence ao quadro do magistério.
A Justiça através da ação vitoriosa da ASPRESP, derrubou a resolução SE nº 18 (10/04/2017) e os professores readaptados que se sentiram prejudicados pela mudança   conquistaram o direito de retornar a suas escolas de origem. 
A SEE revogou a Resolução nº18(10/04/2017) após a publicação da nova resolução SE nº 9 (31/01/2018) que além da questão dos “excedentes” corrigiu alguns pontos polêmicos da resolução anterior.
Retomando a questão das convocações em “massa” dos readaptados pelo DPME, a  ASPRESP considera que “  As convocações da forma que estão sendo  publicadas e a cessação de muitas readaptações estão  deixando os professores readaptados desorientados, e a principal consequência  da cessação das readaptações a” toque de caixa” como parece estar acontecendo  é a considerável  piora no quadro clínico destes profissionais  que de volta a sala de aula sem condições de saúde só aumenta o  chamado “presenteísmo”, termo que caracteriza o servidor que está presente no seu local de trabalho porem  sua produtividade está comprometida devido a saúde debilitada .
A precarização das condições de trabalho na educação está formando um verdadeiro exército de profissionais debilitados por várias doenças profissionais e uma nova categoria na rede pública de ensino.

Estudos denunciam  que o “presenteísmo” é um dos fatores determinantes para agravar ainda mais a  saúde dos trabalhadores  .

A ASPRESP  alerta que o “presenteísmo” apresenta considerável aumento entre os professores readaptados ,pois  a dúvida sobre sua situação funcional passa a fazer parte de seu dia a dia.

A insegurança no cotidiano do readaptado piora o quadro a cada ano devido a imposições de novas regras via resoluções e instruções publicadas sem um estudo mais profundo de seus efeitos , isso  tende a prejudicar a reabilitação do readaptado piorando ainda mais sua saúde já debilitada e agravada pela precariedade do ambiente escolar  que estão inseridos ,pois este ambiente  continua com os "elementos" causadores de muitas destas enfermidades,como a violência , a falta de recursos mínimos como a ergometria e a desvalorização do magistério.

“É importante lembrar que somente entre os professores existem mais de 14 mil readaptados, de acordo com a pesquisadora Sandra Noveleta Antunes que publicou em 2014 um estudo cujo título já é uma denúncia sobre o problema da readaptação:"MAL-ESTAR E ADOECIMENTO DOCENTE NA ESCOLA PUBLICA PAULISTA:UM PANORAMA PREOCUPANTE "

A cessação de readaptação em massa esta sendo  denunciada nos vários grupos de professores das redes sociais. Professores estão voltando para salas de aula sem as mínimas condições de saúde para exercer suas funções  e isso pode ter um grande “Boom"de licenças médicas nos próximos meses
A pesquisadora e Mestre Maria de Lourdes de Moraes Pezuol publicou primeiro estudo sobre a readaptação no Estado de São Paulo “ IDENTIDADE E TRABALHO DOCENTE: A SITUAÇÃO DO PROFESSORREADAPTADO EM ESCOLAS PÚBLICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO” salienta que a readaptação foi criada para que o servidor público não continuasse em licenças de saúde constantes,ou seja a readaptação preconizava a possibilidade de uma reabilitação,mas na prática isso não ocorre,pelo contrario o ambiente hostil da "discriminação e da invisibilidade" piora o quadro de saúde do readaptado.
Entidades representantes dos professores estão se posicionando para RESGUARDAR A INTEGRIDADE do professor  Readaptado diante da arbitrariedade do DPME.
A ASPRESP está passando orientações para seus associados, mantém um plantão de esclarecimento de dúvidas nas redes sociais, solicitou oficialmente a reunião com DPME e tem indicado a possibilidade de ações individuais como a “Tutela Antecipada”.
O CPP Centro do professorado Paulista em sua página oficial informa que o Departamento Jurídico do Centro do Professorado Paulista vem recebendo diversas reclamações de associados sobre a cessação da readaptação com relatos de perícias realizadas de forma arbitrária desconsiderando o real estado de saúde dos professores. Esclarece que Readaptado prejudicado pode entrar com ação individual."

 


O Deputado Giannazi conclui que essa situação de pânico instaurada entre os professores readaptados deixa claro “ insensibilidade administrativa desse órgão que parece ter se especializado em causar transtornos às servidoras/as, prejudicar sua saúde e prejudicar ainda mais quem passa por estes momentos de dificuldades. ”
FONTE:
CPP https://www.cpp.org.br/juridico/informes/item/12082-orientacao-sobre-cessacao-de-readaptacao

ASPRESP www.aspresp.com.br/
https://www.facebook.com/readaptadossp/posts/1187666587963510

Passo a passo IDESP / BÔNUS 2017

ATENÇÃO !
Passo a passo para ver se a sua escola atingiu a meta IDESP - BONIFICAÇÃO.
1 - Ir no portal SED.
2- Baixar a tela até fico na aprendizagem.
3- Digitar seu login e senha.
4- Ir resultados 2017.
5- Clicar no grafico - meta / resultado.
Pronto.
Boa sorte 
Conheça a ASPRESP- Associação dos Professores Readaptados de São Paulo
Facebook  Professores readaptados do Estado de São Paulo


terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Aulas iniciarão em São Paulo 

com professores estáveis

 em subempregos


Nessa segunda-feira aconteceram em todo o estado a atribuição de 
aulas dos professores categoria F da rede estadual de ensino de São
Paulo. 
Essa categoria é composta por professores que tinham aulas atribuída
em junho de 2007 data da LC 1.010/2007, que passaram a ter 
estabilidade.
O cenário que se viu nessas atribuições foi muito preocupante. 
Mesmo no caso dos professores que conseguiram completar sua jornada de 20h,
o que se viu foram aulas atribuídas em várias escolas diferentes, distantes uma da
outra,havendo casos onde professor pegou em 5 escolas diferentes e distantes 
entre si. 
Esse tipo de situação é humanamente impossível dos professores realizarem,
acarretando em faltas, cortes de salários, etc, ao longo do ano.
Outra parcela de professores categoria F nem isso conseguiram, ficando com o
que se  chama de “aula de permanência”, ou seja, por serem estáveis e não 
serem mandados embora, ficam cumprindo um horário máximo de 9h/aulas,
ganhando apenas por isso,um salário irrisório, até que surja (e se surgir) novas
aulas para atribuírem. 
Tudo isso porque houveram mudanças nas resoluções pra atribuição de aulas 
em que professores: coordenadores e outros cargos estão tendo que voltar às 
salas de aulas,professores readaptados, mesmo com problemas de saúde, também
estão tendo que retornas às salas de aula, a municipalização do ensino (vários aluno
e ciclos escolares estão passando para a rede municipal de São Paulo).
Mas acima de tudo, o massivo fechamento de salas de aula ao menos desde 2015.
Como Alckmin não pode fechar diretamente as escolas (luta travada e ganha pelos
secundaristas nas ocupações de 2015), todo ano ele vem fechando salas de aula.
Por exemplo, só na zona norte, neste ano, a diretoria da Apeoesp revelou que foram
fechadas 200 salas de aula, o que significa quatro escolas médias inteiras fechadas.
Se esses professores estáveis estão nessa situação, como será a atribuição dos 
professores categoria O que começa amanhã, na parte da tarde?
Não terá aula para os categoria O. 
Na prática não são só os professores categoria O de 2014 desempregados 
(cumprindo quarentena), são também os estáveis da categoria F. 
Além disso, os professores categoria O não estão conseguindo pegar aulas nem 
como eventuais, inclusive.
Em 2015, para defender o fechamento das escolas, Alckmin alegava que a 
demanda havia diminuído, entretanto, sequer apresentava um levantamento 
contundente.
Ainda que a demanda fosse menor, as escolas do Estado carecem de infraestrutura
e de superlotação de salas, assim, a manutenção das escolas e salas de aula abertas 
poderia contribuir para melhorar a situação de estudo e trabalho, bem como 
repassar um valor maior às escolas para cada aluno matriculado. 
Mas a realidade é oposta. 
A cada ano fecham-se salas e a superlotação de alunos permanece e até se agravam, 



Fonte: http://www.esquerdadiario.com.br/Aulas-iniciarao-em-Sao-Paulo-com-
professores-estaveis-em-subempregos





  




Filas intermináveis e demissões marcam atribuição de aula dos

 professores do estado de SP

terça-feira 30 de janeiro| Edição do dia




foto: atribuição de aula na Zona Oeste de SP
O ano de 2018 não começou bem para uma grande parte dos professores da rede estadual de São Paulo. Professores que não são efetivos, que possuem inúmeras formas de contratos diferentes, encontraram, mais uma vez uma situação de grande precariedade no processo de atribuição de aulas (momento em que o professor tem atribuída a quantidade de aulas, escola e matérias específicas nas escolas).
Além dos professores efetivos, sob a gestão do PSDB, inúmeras formas de contratos foram criadas para possibilitar uma maior precarização do trabalho docente, bem como dividir uma categoria muito grande que já protagonizou diferentes lutas.
Esses professores atribuem suas aulas após todos os efetivos.
Para eles são destinadas as vagas remanescentes. Esse processo é fruto de uma política do estado para não criar concursos, retirar a estabilidade de professores e criar um contingente que sirva para cobrir as vagas que são deixadas pelo alto índice de abandono da carreira docente, uma vez que é a profissão que exige ensino superior com pior remuneração.
 Além disso, a permanente política de fechamento de salas de aula por todo o estado, também é outro fato que impacta na hora da atribuição, uma vez que são menos aulas a serem ministradas.
O resultado disso é que os dias de atribuição de aula desses professores é repleto de situações absolutamente desumanas, quando professores permanecem horas, às vezes dias inteiros e muitas vezes não saem com aulas atribuídas. Professores com 15 anos de profissão, próximos a se aposentar, novos ingressantes, remanescentes dos concursos que nunca foram convocados, são sujeitos a isso todos os anos. 
O descaso é tão grande, que nos últimos anos, até mesmo a atribuição dos professores efetivos passou ocorrer uma série desses problemas. O resultado disso é que milhares de professores ficam sem aulas.
O Esquerda Diário e os militantes do movimento “Nossa Classe – Educação” estiveram presentes nas atribuições de aula em São Paulo, Campinas e Santo André, e estamos organizando notas e denúncias para mostrar esse absurdo ao qual a educação pública e os professores estão submetidos.
Fonte : http://www.esquerdadiario.com.br/Filas-interminaveis-e-demissoes-marcam-atribuicao-de-aula-dos-professores-do-estado-de-SP

Férias de Professor!!! Que pena acabou !!!!!




HUMORISTA  DIOGO ALMEIDA
Como professor aproveita as férias! Vários tipos de professor e seus modos de curtir as férias!
fonte : https://www.youtube.com/watch?v=lx4rCTjrHUc

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

QUEM    RECEBE O BÔNUS 2017 ???

Ao longo dos anos muitos leitores escreveram sobre suas dúvidas em relação ao pagamento do bônus, de acordo com a legislação (Lei Complementar nº 1078, de 17 de dezembro de 2008) e orientações da SEE.
Os cálculos dos dias para o recebimento do bônus dependem de a escola atingir as metas propostas pelo IDESP e segue os seguintes critérios explícitos na lei:
·        244 dias trabalhados no ano letivo de 2017
Estes 244 dias devem ser corridos, o funcionário da educação que faz jus ao recebimento deve ter no mínimo 2/3 de frequência.
·        Os períodos de afastamentos são descontados (licença saúde, nojo, gala, etc)
·        As licenças maternidade, paternidade e adoção não são descontadas
·        As Férias não são descontadas
·        A falta tem um desconto proporcional no valor do bônus que a escola atingiu.
·         Importante lembrar que cada 8 FMP desconta 1 dia, embora não desconta no salário no Bônus desconta
·         O valor do Bônus é reduzido em 10% a cada dez faltas
·        O valor do Bônus é equivalente ao índice do IDESP, ou seja, o cumprimento da meta por unidade escolar.
·        O limite máximo de valor é 120% do salário do servidor (não incluído auxílio transporte e alimentação).
·        A unidade que atingiu 120% recebe 120%,   100% da meta recebe 100% do bônus ,    50% recebe 50% DO BÔNUS.

·        Segundo a Legislação (Lei Complementar nº 1078/2008), o Bônus deve ser pago até o dia 31/03 de cada ano, apesar disto já ocorreram pagamentos fora desta data como ocorreu no ano passado, com alegação da crise instituída no país.
Download da (Lei Complementar nº 1078, de 17 de dezembro de 2008)

http://www.legislacao.sp.gov.br/legislacao/dg280202.nsf/6279925b177ee40183256b6f00692f13/a2898744a65659d903257523004bf8c1?OpenDocument

COMO ENTENDER O IDESP .